Arquivo da categoria: Dicas para homens

Aqui você poderá ler as melhores dicas sobre o que fazer e o que não fazer determinadas coisas perante uma dama.

Ogros

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Falando em ogrices, como Lauren citou no post anterior ao debaixo, acho que tenho uma certa inclinação para homens ogros. Para se ter uma idéia já me relacionei com dois que coincidentemente tinham o apelido de Shrek. Por que será??
 
Vou tentar contar quantos ogros já passaram pela minha vida. Um por quatro anos (esse era o ogro mais ogro, se pudesse só andaria descalço e viveria no mato e era mais ou menos assim que funcionava), o segundo por quatro meses (o ogro mais gentil que eu já conheci, era ogro por virilidade), o terceiro abracei a causa por três anos (esse era o ogro de tamanho e às vezes de atitude, nem ele sabia o que fazer com seus 120 Kg, mas também alternava comportamentos de bebê chorão — pudera, ele era quase cinco anos mais novo que eu ), o quarto por quatro meses (miniogro superpegajoso, kkk), o quinto por três meses (ogro lindo, grande, silencioso e rapidinho – que peninha, rsrsrs) e o sexto com quem estou até hoje, que foi com quem eu mais me identifiquei: é grande, do jeito que eu gosto, tem atitude e faz tudo do jeito que eu gosto, está sempre se superando, rsrsrs.

Olha só, se pusermos todos sentadinhos dá quase para encher um barco viking!!!

Mas o que eles têm que eu gosto tanto? Primeiro que eu não gosto de homem-frango. O teste é o seguinte: se você abraçá-lo com as mãos por debaixo dos braços dele e quase conseguir encostar sua mão esquerda em seu cotovelo direito, pode crer que aí é frango. Quanto mais difícil juntar os braços menos frango. É claro que em uma escala de franguice não podemos julgar pessoas e relacionamentos por conta disso, por óbvio, mas que conta, conta. Essa história de que mulher não liga para homem bonito e gostoso, que ele apenas tem de ser um cara “gente fina” não funciona comigo. Não sei, mas tenho essa coisa de não gostar do perfeitinho, embora já tivesse experimentado algumas vezes aqueles rapazes oníricos. Simplesmente não têm muita graça para mim. Há um trecho escrito por Clarice Lispector, aliás, a minha escritora preferida, que tem tudo a ver comigo. Aliás, muito dela tem tudo a ver comigo. “Gosto do modo carinhoso do inacabado, do malfeito, daquilo que desajeitadamente tenta um pequeno vôo e cai sem graça no chão. É isso. Talvez o que me atraia seja exatamente aquilo que o deprima como idéia.

Já ouvi um punhado de vezes de algumas pessoas que também sou ogra. E sei que tenho um pouco de Fiona mesmo. Não sei abrir nós de sacos de supermercados, rasgo todos, já quebrei copos de vidro de tanto apertá-los, gosto de beber na jarra, brincar de dar murros nos amigos for fun, sempre fui assim. Já briguei na rua várias vezes depois de grande. Porém não sou barraqueira, odeio escândalos. Quando intimidada posso dar cabeçadas. Gosto de esportes tipicamente masculinos. Nem por isso sou bolacha ou masculinizada. Sou uma Fiona mais bonitinha, hehehehe. E certamente mais inteligente.
Posted by Tainá Petry

Porta do carro

Um ato gentil diz mais que mil palavras

Um ato gentil diz mais que mil palavras

Dizem que abrir a porta do carro está ultrapassado e por mais que sejamos moderninhas, continuamos gostando de alguns atos gentis como este vindos do sexo oposto.

Demonstra cuidado, gentileza, preocupação.

Pena que o meu namorado não sabe disso, hahaha

Esses dias eu estava saindo e a porta quase bateu em minha cabeça, mas é a vida, né?

Quem sabe ele não muda depois que eu sofrer um traumastismo craniano.