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Pecado

Um estudo realizado na Itália e ratificado pelo Vaticano aponta que a luxúria é o pecado mais comum entre os homens, seguido pela gula e pela preguiça. A soberba foi eleita o pecado preferido entre as mulheres, ficando pouco à frente da inveja e da ira.

A instigante pesquisa, cujo resultado parece-me demonstrar que os homens passam bem com seus pecados enquanto as tolas mulheres sofrem com os fardos dos seus, foi baseada em uma análise de confissões de fiéis da Igreja Católica, feita pelo professor, padre jesuíta e quase centenário Roberto Busa. E quem comentou a descoberta no jornal do Vaticano, L’Osservatore Romano, foi o monsenhor Wojciech Giertych, “personal theologer” do papa Bento 16.

Dos sete pecados capitais que teriam sido eleitos pelo papa Gregório no século 6 e revisados por São Tomás de Aquino no século 17 – soberba, avareza, inveja, ira, luxúria, gula e preguiça –, seria certo os homens ficarem com os bons e as mulheres apresentarem os ruins? Acorda, mulherada!

By Ttainá Petryconfessionario

Mulher gosta é de dinheiro?

Hoje a BBC Brasil soltou uma notícia instigante: homens mais ricos proporcionam mais prazer às mulheres nas relações sexuais, de acordo com uma pesquisa recém-publicada de dois cientistas da Universidade de Newcastle, na Grã-Bretanha. Desta forma, quanto mais rico o parceiro, mais fácil de chegar ao orgasmo.

Os pesquisadores defendem que esse resultado é condicionado por uma “adaptação evolucionária” que faz com que as mulheres instintivamente selecionem seus parceiros de acordo com a sua percepção de qualidade. “Parceiros mais desejáveis levam as mulheres a terem mais orgasmos”, diz a pesquisa.

Tenho minhas dúvidas.

Postado por Tainá Petry
Denise Richards and Richie Sambora Happy Couple

Confiança no parceiro é desculpa para não usar camisinha

vamosrirmeu-povoA principal desculpa de quem deixa de lado a camisinha é a confiança no parceiro, mesmo que seja sexo casual. É o que revela levantamento inédito realizado pela Secretaria de Estado da Saúde com base em 79.075 pessoas que procuraram Centros de Aconselhamento e Testagem para realização do exame de HIV entre os anos de 2000 e 2007 e afirmaram não ter usado preservativo na relação sexual.

Do total de entrevistados, 43,7% afirmaram confiar no parceiro e, por isso, não utilizaram o preservativo. Em segundo lugar, com 13,6%, ficaram os que dizem não gostar da camisinha, seguindo pelos que alegaram não ter informação sobre os riscos, com 7%, e pelos que disseram que o parceiro não aceita o uso, com 6,4% (veja relação abaixo).

Por Tainá Petry